Cada um, cada um.


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O caminho ninguém realmente sabia qual era, mas a direção era sempre para onde o nariz apontava.
Quatro amigos, três bicicletas e um monte de história pra contar. 
Sob a areia de um dos cantos de Florianópolis iam caminhando conforme a direção do vento – provavelmente pra cansar menos. O Sol era intenso mas ainda não era verão – apesar de parecer.
As conversas eram ouvidas de longe, as risadas nunca deixavam de se destacar. Um falava em cima do outro, um mais alto que o outro… mas sempre tem aquele que fica quieto só ouvindo e rindo. 
De fato nunca vou saber o que aqueles quatro caras estavam fazendo, pra onde estavam indo ou sequer o que estavam falando… mas resolvi inventar essa história na minha cabeça… e em um clique através do celular, decidi registrar aquele Sol atravessando por eles.

Sem dúvida alguma eles nem imaginam que esse momento da vida deles foi eternizado, assim como eu também não imagino nada do que eles estavam fazendo – e nem tampouco sei quem eles são.

Aí mora uma das graças de uma fotografia: o fato de não saber exatamente o que se passava na cabeça de quem foi retratado, de quem retratou e nem nada. Sentir-se a vontade para pensar o que quiser, inventar o que quiser e sonhar com o que quiser… vulgo: liberdade. 

 

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5 comentários sobre “Cada um, cada um.

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