Oportunidades em um click…

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Um dia de folga nunca vai ser realmente um dia de folga, pelo menos é assim que eu encaro os meus.
E não, eu não acho isso ruim, muito pelo contrário, eu acho a melhor coisa de todas. 
Triste seria se eu fosse acomodado, se achasse que tudo vai cair nas minhas mãos e não precisasse correr atrás dos meus sonhos. Triste seria se tudo que eu pedisse, acontecesse… tudo o que eu quisesse se realizasse e tudo o que eu sonhasse se tornasse realidade.
A vida é construída de perdas, de tombos e de coisas que você ainda não conquistou. 
A vitória só existe por causa da derrota, assim como a felicidade só existe porque há outros tempos mais monótonos.

Ficar parado nunca foi o meu forte, muito menos parado e pensando em nada – impossível.
O dia de folga a gente transforma em busca de conhecimento, que por si só, já te faz andar muitas casas pra frente nesse jogo da vida.
Um documentário bem escolhido para ver, um texto bom, um livro, um programa com um debate interessante… enfim, qualquer coisa que tenha um certo conteúdo para acrescentar é sempre bem-vindo. Aquela tua preguiça de assistir, de ler e de tudo mais, é só contra você mesmo e mais ninguém. Ela é que vai te derrubar e te impedir de seguir em frente.

Não ache que você tem o dia de amanhã pra fazer o que pode fazer hoje, porque nem sempre você o tem. Talvez esse seja o exercício mais difícil dos últimos tempos, dessa era onde tudo se alcança com um click. 
Mas teu futuro, esse eu tenho certeza, não está há um click de você… e sim muito mais além.

Cansei de ouvir pessoas dizendo que o meu trabalho é o sonho de muita gente e mil outras ladainhas mais… e a minha resposta pra tudo isso é: eu fui atrás e sempre corri contra o tempo. Tive altos e baixos como todo mundo em toda profissão. Se você não faz isso, vai ficar pra trás e provavelmente trabalhando com algo que realmente odeia.

Quer tomar uns tapas na cara já logo de cara?

Pode ler isso: Só um imbecil gostaria de fazer o que não curte (é grande? pode até ser, mas vai valer cada segundo).

Pode assistir isso: Entrevista com Mario Sergio Cortella 

E se gostou, assiste ele inteiro: Eu Maior

E agora chega, mas tem 58457754 oportunidades pra se aprender com UM CLICK. E 4839843984 outras que vc deixa de aprender por UM CLICK também (e por preguiça). Não perca seu tempo compartilhando lixo por aí e achando que likes e sdv são a tua solução pra vida. Existe algo bem MAIOR atrás disso tudo, corra atrás.

Do alto…

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Do alto tudo parece menor.

É de lá que costumo olhar pra baixo, respirar e sentir que uma vida é pouca coisa perto de tudo que existe por aí. Uma desculpa, uma hora perdida, um trabalho concluído, um click feito ou um cumprimento qualquer. 
Olho pra baixo e vejo formigas, olho pra dentro e me sinto apenas mais uma delas. É nesse momento em que você se coloca no lugar e pensa que você não é muita coisa… e ninguém é. 
A importância é sempre coletiva. O que importa são vários ou muitos. O que importa são seus amigos e as pessoas que te querem bem. Quanto mais pessoas envolvidas, mais tem importância aquilo tudo. Você sozinho não é nada e nem vai ser.

Do alto tudo parece maior.

É de lá que costumo olhar pra cima e ver que ainda existe mais coisa ainda que não enxergamos… e uma vida é pouco para conseguirmos entender tudo isso.

Eu tenho pressa

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A vida corre
e os ponteiros também
e quando para
é porque não terminou bem

A cada piscada um segundo diferente
um clima que muda
um Sol que se esconde
ou uma noite que se vai.

Um sono perdido
uma manhã de preguiça
um dia a mais

Eu tenho pressa.

Tenho medo de perder muito tempo
tenho vontade de fazer muita coisa
tenho receio de ser muito lento

A respiração não para
o pulso ainda pulsa
e a idade não teme em avançar.

A vida é que tem pressa.

Tem pressa pra que se faça tudo o que queira
o amanhã que não chega
e quem sabe nem virá

Eu tenho pressa e a vida também…
e um segundo é muito pra quem não sabe se vai ver o próximo minuto passar.

Eu? Não vi

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E naquele vem e vai de gente você geralmente só tem um caminho, que é o de chegar no seu destino.
Esbarra em um, desvia de outros tantos e lá está você de novo naquele emaranhado de vidas se cruzando sem nem saber o nome que atende aquela pessoa da frente, do lado, de trás…
São vidas de anos e anos, experiências mil, mas nenhuma palavra é trocada. O ser humano tem dessas coisas: foca no seu eu e tchau pro resto todo.
Muitos ao esbarrar não pedem nem desculpa, muitos se sentem atrapalhados pela pessoa que caminha logo a frente, e muitos sequer nem ouvem os barulhos dos carros ou das pessoas em volta pois estão com seus fones de ouvido em alto e bom som.

A vida em uma metrópole é como se fosse um vendaval. Tudo acontece ao mesmo tempo, parece que tudo vira de ponta-cabeça e em uma certa hora tudo se acalma, mas é só por algumas horas, porque no dia seguinte começa tudo outra vez.
No vai e vem frenético parece que ninguém nem olha pra quem está por ali. Mesmo se alguém te chama a atenção por algum motivo, horas depois, duvido você conseguir descrever com clareza a fisionomia dessa pessoa, a vestimenta ou o que for.

O ser humano corre contra as horas, que aliás nunca param. Corre contra tudo e contra todos, até contra si mesmo… e por alguns bons momentos, se deixa escapar cenas que nunca mais poderá contemplar.
O tempo é dinheiro e parece que levam isso na ponta da língua e a sério demais.  Esquecem que o tempo também passa e com ele sua vida também. Os momentos bons, as cenas boas, o sorriso gratuito e toda aquela possível troca de experiências se perdem no meio de todos os segundos corridos… e perdidos.

E com o dinheiro que ganhou? Paga conta.

E nada mais.

Um click e eu conto…

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A data precisa não me importa, mas eu tinha recém completado meus 34 anos, idade que ainda me encontro.
Estava com uma galera que há anos estou junto, pessoas que, mesmo sendo mais novas do que eu, me fizeram crescer e apostaram em mim algumas boas vezes. Pessoas que eu também de certa forma devo ter ajudado em algumas palavras e até com imagens. Amigos. Daqueles bons.
Acordei e dormi durante dias pegando a brisa desse mar. Tomava café da manhã olhando para ele todos os dias, trabalhava um pouco, e no fim da tarde estava eu novamente de encontro com ele, pisando na areia e sentindo o barulho das ondas batendo. Cada dia um pôr-do-sol diferente, cada dia um dia a menos ou outro dia a mais, tudo sempre depende do ponto de vista. Quem se importa?
Cada click tem seu valor, esse no caso talvez não seja o momento exato que tenha o valor, mas sim a época, a semana, o mês em que foi registrado.
Talvez fosse um momento onde algumas páginas estivessem sendo viradas. Talvez não, era. Não necessariamente pra mim, mas que de alguma maneira, também serviu – e foi.
Nem sempre nossa vida muda por nossas atitudes, algumas vezes ela muda pelas atitudes dos outros. Quem tem total controle de tudo? Eu até pensava em ter. Ainda acho que tenho, mas no fundo, ninguém nunca tem – nem eu.

Uma imagem que aparentemente transmite paz também pode ter o significado de um turbilhão de sentimentos e ocasiões, mas isso é bem mais difícil de enxergar. Quem enxerga sou eu, quem viveu fui eu e quem registrou também. Mas quem disse que a gente sempre só diz a verdade?

Não é só o poeta que é um fingidor, Fernando Pessoa…

… os fotógrafos também podem mentir.

 

Falando um pouco de Instagram…

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Dia 9 de outubro de 2010 foi o dia em que me deparei pela primeira vez com o Instagram, e obviamente foi ali que toda essa história de foto com celular começou pra mim.
No começo me lembro que não tinha ninguém que eu conhecesse que usava, no máximo uns 3 ou 4 amigos, era então algo mais pra interagir com eles do que qualquer outra coisa (assim como foi no começo do twitter pra mim em 2007). Enfim, pra não estender muito a história, com o passar do primeiro ano usando o Instagram, enxerguei nele um potencial e uma oportunidade de poder levar tudo aquilo mais a sério, decidi então deixar de postar qualquer coisa encontrada no meu dia-a-dia pra me dedicar somente a uma foto por dia e de algo que realmente tivesse algum valor pra mim – pelo menos como imagem.

Os anos se passaram e a dedicação foi só aumentando, me ajudando até na minha própria evolução como fotógrafo. A minha escolha de somente postar fotos feitas com o próprio celular (inclusive a edição), acabou fazendo eu ter que me esforçar bem mais para conseguir uma imagem “perfeita”. Inclusive, até hoje sempre me aparece algum comentário com a pergunta “foi feita com celular mesmo?” – e sim, essa é a pergunta que mais respondo e ao mesmo tempo é a pergunta que mais me faz ter a sensação de que a minha meta está sendo cumprida.

Com o Instagram em alta no meio das redes sociais, muitas portas foram se abrindo por eu estar encarando ele com um agrado a mais. A primeira delas foi ser indicado pelo próprio Instagram em seu blog – isso em 2012 se não me engano (clique aqui para ver a matéria) – e dali pra frente a coisa tomou proporções que eu jamais imaginaria.

Muitas pessoas começaram a conhecer o meu trabalho paralelo ao de fotografia de palco/shows e etc… e essa era uma das minhas intenções desde o princípio, mostrar que além de trabalhar no meio musical eu também tinha uma visão “fora dos palcos”, e nisso o Instagram foi crucial. Consegui angariar pessoas que jamais imaginam que eu sou fotógrafo de show e diretor de videoclipe, dvd e essas coisas todas, o que pra mim é excelente.

Em nenhum momento quero desdenhar a fotografia de música, muito pelo contrário, é o meu principal ganha pão, mas para mim era muito importante que houvesse essa divisão, que também me conhecessem pela forma que vejo o cotidiano e não somente um evento musical ou coisa similar.

Hoje já escuto alguns depoimentos de pessoas que dizem ter me conhecido pelo Instagram e que jamais imaginavam que eu fotografava bandas… elas descobrem isso acessando o meu site que está na bio do próprio instagram, o qual o foco é muito maior na música mesmo. Ponto positivo!

Bom, e como a coisa andou e andou muito bem por esses últimos 2 anos, consegui chegar em lugares que só com a fotografia de palco eu jamais conseguiria chegar, então está aí mais uma prova de que se você se empenha em algo e leva realmente a sério, um dia você chega lá. Claro que precisa ter uma dose de sorte, outra de um pouco de talento e outra de ser ligeiro e enxergar as coisas antes dos outros… mas acredito que treinando a gente sempre chega lá. Colocar metas e desafios na tua frente rendem muito mais do que só querer ir atrás dos outros.

Eu poderia citar aqui vários trabalhos que consegui fazer por causa do Instagram, mas acho que isso não vem muito ao caso… envolver marcas não é o intuito disso tudo… mas posso dizer que através dele consegui conhecer pessoas fantásticas que duvido muito que conheceria se o mesmo não existisse – e é aí que vem a parte boa.

Eu não sei de nenhuma outra rede social que faz as pessoas se unirem mais como o Instagram faz (na real, isso aconteceu também na época da alta do Fotolog, em meados de 2003/2004). Obviamente que pra mim ela pode ser muito diferente do que pra você, mas vamos aos meus fatos:

- Com o Instagram eu comecei a sair muito mais com alguns amigos para poder “caçar” fotos por aí… e não foram 1 ou 2 ou 3 vezes não, são quase que passeios semanais e com pessoas muito diferentes. Sempre agregando mais pessoas e sempre trocando informações – o que deixa a coisa melhor ainda.

- Com o Instagram eu comecei a olhar muito mais pra todos os lados e prestar muito mais atenção em tudo que me cerca, afinal, vai que tem alguma foto boa ao redor não é?

- Conheci pessoas pelo Instagram que hoje fazem parte da minha vida, e que sem ele eu provavelmente nunca fosse conhecer – na real eu até poderia conhecer sim, mas digamos que o Instagram deu uma puta ajuda e juntou muito mais rápido.

Enfim, eu poderia citar mil outras coisas e esse post jamais teria um fim (na real ele nunca vai ter um, vai ser sempre uma mutação porque a história não acabou e nem vai acabar tão cedo creio eu)… mas o que acaba me deixando muito feliz também é quando me deparo com listas e mais listas de pessoas sugerindo para seguir no instagram… e nessas listas aparece o tal do @cesinha, esse mesmo que vos fala ;).

Se tem uma coisa que dá muita satisfação é ver teu nome numa lista dessas, de uma pessoa que você nunca viu na vida indicando tuas fotos pra mais um monte de amigos e por aí vai… Queria eu poder falar com cada uma dessas pessoas e agradecer pessoalmente pela indicação, mas como esse mundo digital é rápido e as vezes meio cruel, fica muito difícil – aliás, esse foi um dos motivos que resolvi fazer esse post.

Navegando por aí achei um monte de listas brasileiras e até gringas que indicavam meu instagram para seguir… e o mais legal de tudo foi ler o breve release de 1 ou 2 linhas sobre o que são as minhas fotos. Vi alguns ressaltando (e se admirando) que as fotos eram todas feitas com o celular, outros se perguntando como que eu conseguia fazer SP ficar vazia nas fotos (essa particularmente eu achei demais haha – nunca tinha reparado muito) e por aí vai. Cheguei a ler até um depoimento de uma pessoa que após ver algumas fotos que fiz na Argentina, ficou com muita vontade de conhecer e foi atrás dos lugares que tinha feito as fotos – quer mais responsa que isso? Me senti muito feliz de poder ter apresentado algo que fez a pessoa sair do conforto do lar e ido atrás pra conhecer… ESSES são os melhores presentes que as pessoas podem te dar, mas elas mal sabendo disso.

As coisas são muito mais legais quando são espontâneas, verdadeiras e feitas com vontade/coração. As vezes que mais me emocionei foi achando textos ou matérias feitas sem nenhum interesse em divulgação e nem nada, foram depoimentos sinceros feitos por pessoas que nem tem uma expressão forte nesse meio da internet. Foram pequenos recados e citações que talvez as pessoas nem sabem que eu li. É isso que dá mais vontade de continuar, de mostrar o que enxergo, de compartilhar as melhores “cenas”.

Àqueles que só pensam em perguntar aplicativo, pedir seguidores e coisas do tipo, gostaria muito que um dia enxergassem que o potencial dessa rede – e o intuito dela – é muito maior do que isso, e que os grandes valores não estão nisso. As pessoas não precisam ser fotógrafas para tirar um bom proveito do Instagram por exemplo, ela pode simplesmente usá-lo como um catálogo de lugares para visitar, usar como meio de contato com pessoas que tem afinidade – e que possam estar longe no momento… enfim, mil e uma BOAS utilidades para se tirar proveito, não precisa ter milhões de seguidores.

Mas pra cortar um pouco essa parte, vou deixar aqui algumas listas que achei navegando e que me motivaram a “vomitar” esse monte de palavras por aqui – e que fique claro que não consegui dizer nem metade delas, eu teria que escrever muito mais pra explicar o que REALMENTE é o instagram pra mim… mas como eu sei que poucos vão ter coragem de ler tudo, deixa pra uma outra hora, ou pra alguma palestra/workshop que eu venha dar um dia (sim, existe essa vontade). Obrigado a todos vocês pelas palavras, pela dedicação e também por me acompanharem de alguma forma (seja no instagram, seja no blog, seja no twitter ou na minha página do facebook…não importa os meios)… aí estão os envolvidos:

Nomadbiba | céu de brigadeiro | teoria criativa | gravidade artificial | oba oba | lumière et de magie | xpto online

Obrigado mais uma vez ;)

Por trás da foto (Vol. 2)

Depois de algum tempo afastado do blog (como de costume), venho com o volume 2 dessa série que inventei sem querer por esses tempos.

Na realidade, pra mim é sempre difícil conseguir escolher uma foto minha do Instagram para dizer sobre ela. Olhando para elas hoje vi que todas saem de forma natural, sem muita história pra contar. São cenas que eu vejo na hora, tiro o celular do bolso e clico, sem muito o que pensar… são momentos registrados como eles realmente são, sem encenação ou coisa assim – exceto algumas, obviamente.

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A de hoje aconteceu em uma visita à Porto Alegre, em uma galeteria que normalmente a gente sempre frequenta (quando digo a gente, é pq no caso eu fui a trabalho e estava com a banda NX Zero, a qual faço parte da equipe há praticamente 7 anos, acompanhando os shows/estrada e fazendo uma grande parte de clipes, capas de discos/dvds e etc).

No fim do almoço fui até o caixa para acertar as minhas contas… e nessa ida dei de cara com essas taças. No momento eu estava dizendo o que tinha consumido para o caixa, conversando também com o baterista da banda (grande Daniel Weksler) e ao mesmo tempo achando que aquelas taças estavam me dizendo alguma coisa. Sim, eu tenho mania de olhar pra tudo a todo o momento, sempre achando que aquilo poderia me dar alguma foto ou não… talvez seja comum eu ficar meio avoado no meio de algum assunto pq avistei algo realmente fotogênico aos arredores – e isso realmente deve ter acontecido mais uma vez.

Me lembro de ter tirado o celular do bolso, ligado a câmera e ter apontado para as taças – ao mesmo tempo em que conversava, eu acho – só não lembro sobre o quê (é assim que funciona sempre). Não me contentei com o que vi na tela e abaixei novamente o celular. Em seguida, entreguei o cartão para o pagamento da conta e resolvi tentar mais uma vez o enquadramento (acredito que o assunto já tinha sido finalizado nesse momento)… e aí ao ver o garçom abaixar a cabeça para completar a operação na máquina de cartão, usei-o no enquadramento da foto e click… foi.  Obviamente achei a foto uma merda e nada demais, mas como tenho a política de me esforçar em colocar uma foto por dia no meu instagram, lá se foi ela… era a que tinha pra aquele dia. Não sei exatamente por que muita gente gostou bastante dela, mas essa é a graça da fotografia: uma coisa que pode ser simples e sem muito significado pra uns, pra outros conta uma outra história bem melhor. Tudo é sempre uma questão de ponto-de-vista, momento e interpretação… e por essas e por outras é que vale sempre registrar tudo aquilo que de alguma maneira te chama a atenção. Talvez aquele momento não seja realmente para você, mas seja para você compartilhar com os outros que irão se identificar bem mais, e assim, você acaba sendo só o canal disso tudo.